Playlist

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Playlist: Romeu e Julieta


  Oi, eu não morri.
 Então, tendo esclarecido a dúvida geral da nação, vamos ao que interessa. Olhando para trás, eu vejo que as duas playlists que eu fiz foram sobre minha banda favorita e dias de chuva. O que eu tenho a dizer sobre este histórico? Clichê. Então, resolvi inventar e enquanto ouvia a versão do The Killers de Romeo and Juliet, tive essa ideia. A primeira é, adivinha qual?( Nota: nem gosto muito do Killers, mas essa música eu amo)

  • Romeo and Juliet, The Killers


  • Always, Bon Jovi. (ANTES que comece o mimimi Bon Jovi não é mais roqueiro mimimi cadê Romeu e Julieta aí mimimi, concordo com a primeira afirmação e os primeiros versos da música dizem: "this Romeo is bleeding, but you can't see his blood"
                                    
  • Exit Music (For a film), Radiohead. Como diz o titulo, essa música é o encerramento do filme (AH JURA) Romeu+Julieta. A letra fala sobre o eu lírico pedindo para que sua amada adormecida fuja com ele. SPOILER: O eu lírico é Romeu e Julieta morre no final.( Observação: RADIOHEAD <3)
                                  
  • Monte Castelo, Legião Urbana. Sei lá, essa música me lembra a Romeu e Julieta. A letra faz referência a um poema de Luís Vaz de Camões. Referência não, é basicamente um poema cantado.


 Por hoje, acabo aqui.
 MENTIRAS.
 Calma, todo mundo mente
 Para os fãs de pop, eu lembrei desse clipe da Taylor Swift que Laura me mostrou uma vez. Grudeloso, eu sei. (Observação: Grudeloso= grudento+ meloso)

                                    
 (Observação: parar de fazer observações idiotas)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Lições que aprendemos com o Guia do Mochileiro das Galáxias

 O assunto de hoje é o melhor livro já publicado em todas as editoras de Beta Ursa Menor!

Que é esse aqui!
 Na verdade, e para nossa felicidade, o verdadeiro DNA (vulgo Douglas Noel Adams) não se contentou em escrever apenas um livro, e essa foi a origem da nossa amada  épica trilogia de cinco.
 Mas hoje eu não vim apenas para puxar o saco da melhor série de livros da galáxia, mas para passar a quem ainda não leu (se não leu, está esperando o que?) as valiosas lições aprendidas. Ainda não terminei o quinto livro, simplesmente porque eu não quero que a série acabe. A história gira em volta de Arthur Dent, um terráqueo inglês que sobrevive depois da demolição de seu planeta. Ele não possui um relógio digital, mas seu amigo Ford Prefect, que nasceu em algum lugar perto de Betelgeuse, é pesquisador de campo e possui um exemplar do Guia do Mochileiro das Galáxias, a Bíblia para quem quer conhecer as maravilhas do Universo por menos de trinta dólares altarienses por dia. 
 LIÇÃO 1-
 Não entre em pânico.
 LIÇÃO 2-
 Atenção.
 Muita atenção agora.
 Vai começar.
 A Terra está prestes a ser destruída.
 Qual é a primeira coisa que você faz?
 Hã, pego carona numa nave espacial? Faço um lanchinho?
 NÃÃÃÃÃÃOOOO.
 Você morreu devido aos gases tóxicos emitidos pelo planeta em pleno estado de desintegração.
 Mas se tivesse enrolado uma toalha úmida em volta do rosto, isso não aconteceria.
 NUNCA ESQUEÇA A SUA TOALHA.
 A toalha é um item extremamente útil e de valor imprescindível para um mochileiro intergalático. Aqui vão algumas considerações do Guia a respeito desse objeto de suma importância:
   "A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido ao seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kabrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você - estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa."

  LIÇÃO 3-
 "É um erro acreditar que é possível resolver qualquer problema importante usando batatas"
  LIÇÃO 4-
 Como voar: Há um jeitinho simples. Se jogue e erre o chão. Aqui o texto do Guia:
"A primeira parte é fácil. Ela requer apenas a habilidade de se jogar para a frente, com todo seu peso, e o desprendimento para não se preocupar com o fato de que vai doer. Ou melhor, vai doer se você deixar de errar o chão.
Muitas pessoas deixam de errar o chão e, se estiverem praticando da forma correta, o mais provável é que vão deixar de errar com muita força.
Claramente é o segundo ponto, que diz respeito a errar, que representa a maior
dificuldade.
Um dos problemas é que você precisa errar o chão acidentalmente. Não adianta
tentar errar o chão de forma deliberada, porque você não irá conseguir. É preciso que sua atenção seja subitamente desviada por outra coisa quando você está a meio caminho, de forma que você não pense mais a respeito de estar caindo, ou a respeito do chão, ou sobre o quanto isso tudo irá doer se você deixar de errar.
É reconhecidamente difícil remover sua atenção dessas três coisas durante a fração de segundo que você tem à sua disposição. O que explica por que muitas pessoas fracassam, bem como a eventual desilusão com esse esporte divertido e espetacular.
Contudo, se você tiver a sorte de ficar completamente distraído no momento crucial por, digamos, lindas pernas (tentáculos, pseudópodos, de acordo com o filo e/ou inclinação pessoal) ou por uma bomba explodindo por perto, ou por notar subitamente uma espécie muito rara de besouro subindo num galho próximo, então, em sua perplexidade, você irá errar o chão completamente e ficará flutuando a poucos centímetros dele, de uma forma que irá parecer ligeiramente tola."
 LIÇÃO 5-
  "Todo mundo tem uma grande oportunidade na vida. Se você por acaso perde a única que interessa, todo o resto se torna assustadoramente fácil"- Praticamente Inofensiva, página 11.
 Obrigado por ler isso até fim, até mais e obrigada pelos peixes



quinta-feira, 31 de julho de 2014

Resultado da maratona de férias

 Hey, lembram desse post aqui em que eu falava dos livros que eu iria ler nas férias? Então, eu meio que consegui, só que trocando os dois livros do Joseph Conrad por A Fúria dos Reis. Eu até tentei ler mas...
Dormir é para principiantes. Eu entro em coma.
 Então, dormir 12 horas por dia nas férias não ajudou muito a cumprir minhas metas. Mas as leituras que completei foram:
  • As vantagens de ser invisível- Stephen Chbosk
  • Cartas de amor aos mortos- Ava Dellaira (resenha aqui)
  • Azul é a cor mais quente- Julieh Maroh
  • O caçador de pipas- Khaled Hosseini
  • A escrava Isaura- Bernardo Guimarões
  • A fúria dos reis- George R.R. Martin
 Era só isso mesmo. Aqui está a foto, e no total eu li 1.954 páginas esse mês. Ah, esqueci de contar a revista Superinteressante, com ela foram 2.044. Está bom, eu acho :) As resenhas vão saindo aos poucos.
Li esse mês.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Meus favoritos: séries

 Não, eu não vou falar sobre minha série de tv favorita e nem de livros. Na verdade vou falar sobre livros, mas não sobre minha série favorita porque EU NÃO CONSIGO ESCOLHER UMA!!!
 Eu vou falar sobre os livros de cada série que eu gosto mais, e é claro que vou fazer um pequeno resumo das minhas experiências com séries. Eu sou meio overdramatic às vezes sempre, então esperem histórias de amor aqui.
 1- As relíquias da morte, Harry Potter
 Eu li esse livro aos oito anos, e foi a primeira ressaca literária da minha vida. Durante meses eu não consegui sair daquele mundo, e tudo o que me restava era reler os outros livros, e foi isso que eu fiz, durante muito tempo. O filme 8 só saiu dois anos depois de que eu li pela primeira vez, e apenas ao sair daquela sala de cinema aos dez anos foi que eu me senti livre para começar um novo amor fanatismo. Passei por várias séries, mas apenas à pouco tempo eu consegui achar algo que preencheu esse vazio. As crônicas de gelo e fogo, que eu estou lendo beeem devagar para aproveitar mais. Por isso eu ainda estou para começar o terceiro livro.
 Voltando as Relíquias, não sei se foi porque me marcou tanto, ou porque eu li tão nova, ou porque o final de Game of Thrones ainda não saiu, mas até hoje eu amo o final da série e acho que não poderia ter terminado melhor. Mentira, seria melhor se não acabasse nunca.
 2- O retorno do rei, Senhor dos Anéis
 Outro final de série que eu apenas AMO. Sério mesmo, esse é o melhor dos livros do Tolkien que eu li, ultrapassa até O Hobbit! E sim, eu tenho alguma coisa com livros finais. Na verdade eu não chego a ter uma história sobre quando eu o li pela primeira vez, então só basta dizer que era verão, eu estava no Paraguai, fazia 46 graus à sombra e pingavam gotas de suor no livro, mas deu para fingir que o livro era 6d nas cenas de Mordor, hehe. Ah, e eu fiquei superabatida quando vi que o Aragorn se casou com a Arwen. Sim, eu frequentemente me apaixono por personagens de ficção. Tenho problemas, eu sei.
 3- Viagem ao centro da Terra, Júlio Verne

  Eu considero os livros do Júlio Verne uma série, não tente entender porque. Eu nem ia colocar esse apesar de ser meu favorito, mas é que eu falei sobre personagens de ficção que eu me apaixonei por, então... você deve estar pensando "que bonitinho, ela era apaixonada pelo Axel" mas não. Era o professor Lidenbrock. Eu achava ele o máximo aos onze anos. E ainda acho. Na verdade nem tanto, depois que eu comecei a aprender geologia na escola, ó... </3 broken heart.
 4- Em chamas, Jogos Vorazes
 Já devem ter percebido que eu tenho fascinação por finais, mas no caso de Jogos Vorazes eu prefiro o meio mesmo, yeah. Não sei, A Esperança não me cativou muito, prefiro Em Chamas mesmo, um raro caso de meio que é meu favorito.
 5- A Batalha do labirinto, Percy Jackson e os Olimpianos
 A minha cara quando descobri que esse é o menos favorito de vários semideuses foi tipo: O QUÊ??? O que mais alguém pode querer de um livro de Percy Jackson?? Tem Percabeth, labirintos, Dédalo, deuses, referência a Hercúles, cocô de cavalo, perigo e monstros?? Simplesmente... o melhor.
 Tem muitos outros que eu poderia por aqui, mas resolvi que para fins de: não fazer posts gigantes, todas as listas de meus favoritos terão apenas cinco itens. Chorem.

10 livros em dez dias: dia 4

 Lembram do último post do meme, em que eu falei do livro mais barato? Então, a Escrava Isaura (que aliás eu não gostei muito) terá 5 adversários: hoje está acontecendo uma promoção no Submarino e coleção completa de o guia do mochileiro das galáxias está a R$ 20,00. Sim. Cinco livros. Vinte reais.
                                                                         Oh, yeah
 Voltando ao dia de hoje, o livro que mais extorquiu dinheiro, o mais caro. Mas valeu a pena.

Porque foi esse aqui, ó:
 Eu já tinha lido e gostado de o Hobbit, então não, não tive pena de gastar R$150,00 com o meu bebê. É como eu chamo ele. É muito amor! É um volume único, então são os três livros em um só e tem 1200 páginas, por aí, não lembro o número exato. Vale mais a pena do que comprar os três livros separados na questão custo. Já na benefício, admito que é meio difícil carregá-lo por aí, mas são detalhes. Sou uma apaixonada pela Terra- Média! O mundo está dividido entre quem leu O Senhor dos Anéis e O Hobbit e quem não leu. A minha edição é da Martins Fontes, e essa capa com o Gandalf é nota 1000000.Toda edição é, na verdade, só  as páginas brancas e bem fininhas não ajudam muito na hora de ler de noite. Ah, e nunca tentem ler esse livro segurando enquanto estão deitados de barriga para cima, porque acidentes acontecem com livros grandes e... experiência própria, confiem.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Resenha: Cartas de amor aos mortos

 Cartas de amor aos mortos é um livro marcante. Isso sem dúvida. Retrata a dor da perda de uma forma real e, desculpe a redundância, dolorosa. É como se você fosse um inquilino lendo os desabafos de Laurel para seus ídolos. E todos esses ídolos tem algo que a faz sentir que pode desabafar com eles, algo em comum que a faz se abrir. E ela se abre. Afinal, Kurt Cobain a entenderia. Ele está livre. Mas Laurel ainda está agarrada aos cacos.
 Ela tem que lidar com a morte da sua irmã, com a partida de sua mãe, com a escola nova, sua tia que quer que ela aceite Jesus, e com todos os espaços vazios da casa onde mora semana sim, semana não, com seu pai.


 Mas nos primeiros dias de aula a professora de inglês passa uma tarefa... nada usual, vamos dizer assim (como eu gostaria que minha professora de redação passasse algo assim!) Os alunos tem que escrever uma carta a alguém morto. Laurel, boa aluna, faz a tarefa. Mas não consegue entregar. Por que as cartas se tornaram pessoais demais. E, durante todo ano, Laurel continua escrevendo, quase como uma terapia. Ela narra suas amizades com Hannah, Natalie, Tristan e Kristen, sua paixão por Sky, seus conflitos e aos poucos a imagem que ela tem de sua irmão May vai se modificando. Ela descobre que May era, por incrível que pareça, imperfeita. E então ela percebe. Ela é Laurel. É isso que ela quer ser. E então ela deixa de ser personagem de sua história para ser a roteirista.
 Posso dizer que gostei MUUUITO desse livro? Porque eu gostei. Me lembrou muito a As vantagens de ser Invisível, na verdade. Mas enquanto Charlie falava de um jeito tão pessoal conosco, de modo que lá pelo meio de livro você meio que era Charlie e sentia o que ele sentia, em Cartas de amor aos mortos Laurel não está falando conosco. Nós  interceptamos essas cartas e as lemos, mas mesmo assim provocam empatia e é impossível não sentir que conhece Laurel no fim da história, só que não conhece bem seus amigos. Nesse ponto eu prefiro as vantagens, mas isso é uma escolha minha que não me impede de gostar dos dois.
  Título: Cartas de amor aos mortos
  Autora: Ava Dellaira
  Editora: Seguinte (Selo da companhia das letras)
  Nota: 5 cartas para alguém que já morreu.
  

10 livros em 10 dias: dia 3


 Mais um dia eu estou aqui para responder a esse meme. O terceiro dia é: O livro mais barato que eu já comprei. Difícil, porque eu tenho vários livros comprados em sebo, mas eu acho que o mais barato é esse aqui, que eu estou lendo para aula de redação:
 Essa nem é a minha edição, a minha é bem mais velha, mas eu não achei imagens da capa dela na internet. custou cinco reais e eu comprei num sebo da cidade. Por hoje é isso, tchau tchau.